Criminoso da Bahia é preso por envolvimento em ataque ao Delegado-Geral da PCSC
A Polícia Civil de Santa Catarina prendeu, nesta quinta feira, o baiano Alex Jesus Pimentel, de 20 anos, apontado como um dos envolvidos no ataque armado contra o delegado geral Ulisses Gabriel, ocorrido em 21 de maio no Morro do Horácio, em Florianópolis (SC). Ele era considerado foragido desde a expedição do mandado de prisão … Ler mais
Por Equipe Jornal Razão·5 dez 2025·4 min de leitura·Atualizado há 8 meses
Foto: Reprodução
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A Polícia Civil de Santa Catarina prendeu, nesta quinta feira, o baiano Alex Jesus Pimentel, de 20 anos, apontado como um dos envolvidos no ataque armado contra o delegado geral Ulisses Gabriel, ocorrido em 21 de maio no Morro do Horácio, em Florianópolis (SC). Ele era considerado foragido desde a expedição do mandado de prisão preventiva, emitido pela Terceira Vara Criminal da Capital.
Segundo o registro policial, o jovem se apresentou espontaneamente à polícia. O advogado dele compareceu à unidade informando que havia decidido entregar o cliente, já que contra ele existia um mandado de prisão. Alex permaneceu em silêncio, afirmando que só falará em juízo.
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O ataque ao Delegado Geral
No dia 21 de maio, Ulisses Gabriel e sua equipe seguiam para uma entrevista quando a viatura descaracterizada foi cercada por dois homens armados. Houve troca de tiros e uma operação de grande porte foi desencadeada no Morro do Horácio. Desde então, a corporação tratou o caso como tentativa de homicídio contra a maior autoridade policial do Estado.
Em junho, um dos suspeitos já havia sido capturado. Com a prisão de Alex Jesus Pimentel, a Polícia Civil encerra a etapa de localização dos dois investigados diretamente ligados ao ataque. A corporação reforça que o episódio é considerado um ataque grave à estrutura policial de Santa Catarina, e novas diligências seguem para apurar conexões e possíveis mandantes.
Mandado de prisão
O documento judicial aponta que Alex é natural de Feira de Santana (BA), nascido em 2004, e teve a prisão preventiva decretada pelos crimes previstos no artigo 157 do Código Penal.
Após se apresentar, o investigado foi encaminhado à CPP da Capital, onde permanece à disposição da Justiça.