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“Foi um baita susto”: moradora encontra cobra venenosa dentro da garagem em Itapema

Um filhote de serpente da espécie coral verdadeira foi encontrado dentro de uma residência no bairro Alto São Bento, em Itapema, na tarde desta terça-feira (6). O animal foi localizado pela moradora Jaqueline Fernanda de Souza, que conseguiu contê-lo até a chegada da equipe especializada. De acordo com o relato de Jaqueline, a serpente foi … Ler mais

“Foi um baita susto”: moradora encontra cobra venenosa dentro da garagem em Itapema
Foto: Reprodução
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Um filhote de serpente da espécie coral verdadeira foi encontrado dentro de uma residência no bairro Alto São Bento, em Itapema, na tarde desta terça-feira (6). O animal foi localizado pela moradora Jaqueline Fernanda de Souza, que conseguiu contê-lo até a chegada da equipe especializada.

De acordo com o relato de Jaqueline, a serpente foi vista atravessando a garagem do imóvel. Para evitar que o animal fugisse, ela utilizou uma pá de lixo para contê-lo com segurança e, em seguida, o colocou dentro de um pote. O Grupo de Operações e Resgate (GOR) foi acionado logo após a contenção.

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A equipe do GOR, liderada por Pedro Henrique, presidente da organização, realizou o resgate do filhote e confirmou que se tratava de uma coral verdadeira. Após avaliação de um biólogo, foi constatado que a serpente estava em boas condições de saúde, o que permitiu sua devolução ao habitat natural.

A espécie coral verdadeira é considerada peçonhenta e possui veneno neurotóxico. Apesar do alto potencial tóxico, o risco de acidentes com humanos é considerado baixo, já que a serpente tem comportamento tímido e evita confrontos. Ainda assim, especialistas alertam que o animal não deve ser manipulado sem conhecimento técnico.

A coral verdadeira possui corpo fino e coloração característica, com anéis vermelhos, pretos e brancos ou amarelos. É comum em regiões de Mata Atlântica, como áreas de vegetação próximas a bairros como Alto São Bento, Sertão do Trombudo e nas divisas com o município de Porto Belo. Segundo o GOR, o aumento de aparições desse tipo de animal pode estar relacionado ao avanço urbano sobre áreas naturais, além das variações climáticas típicas de períodos de calor e chuva.

Em casos semelhantes, a orientação é não tentar capturar, encurralar ou matar o animal. O ideal é manter distância, isolar a área e acionar equipes especializadas, como o GOR ou o Corpo de Bombeiros.

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Fonte: Lance Itapema

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