Mulher é espancada por moradora de rua durante assalto em Florianópolis
Na noite desta terça-feira (9), um caso chocante de violência marcou o Centro de Florianópolis. Uma mulher de 31 anos foi brutalmente agredida e roubada por uma pessoa em situação de rua, em um episódio que ocorreu próximo aos principais órgãos públicos do Estado.
Por Equipe Jornal Razão·12 jan 2024·4 min de leitura·Atualizado há 2 anos
Foto: Reprodução
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Na noite desta terça-feira (9), um caso chocante de violência marcou o Centro de Florianópolis. Uma mulher de 31 anos foi brutalmente agredida e roubada por uma pessoa em situação de rua, em um episódio que ocorreu próximo aos principais órgãos públicos do Estado.
A vítima, que acabava de sair de um salão de beleza e se dirigia ao Terminal de Integração do Centro (Ticen), foi abordada por volta das 22h na rua Bulcão Viana.
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A agressora, que estava acompanhada de um homem também em situação de rua, pediu um cigarro à vítima. Quando a mulher se dispôs a comprar um cigarro para ela, foi surpreendida por um ataque violento. “Quando eu virei pra pegar minha mochila, ela me empurrou, eu caí no chão, e foi aí que ela começou a me dar diversos golpes na cabeça”, relatou a vítima, lembrando como sua cabeça foi batida repetidamente contra o chão.
Mesmo com seus gritos de desespero e o sangue escorrendo pelo rosto, a vítima não encontrou ajuda imediata. Somente após conseguir chegar a um bar, ela conseguiu contatar o namorado e sua família para pedir socorro.
A Polícia Militar foi acionada, chegando ao local e encontrou a vítima gravemente ferida, com uma hemorragia no olho e necessitando de pontos no rosto.
Nesta quinta-feira (11), a suspeita foi localizada e presa, ainda usando os chinelos roubados da vítima. Apesar de inicialmente não ser considerada uma prisão em flagrante, o delegado Guilherme Mariath interveio, levando em conta os 11 boletins de ocorrência anteriores da suspeita por furto, roubo e agressão. O Ministério Público de Santa Catarina acatou a representação da Polícia Civil, e a suspeita foi detida para uma audiência de custódia.
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O ataque ocorreu ao lado de um prédio público abandonado da Defensoria Pública da União, local que tem sido alvo de preocupações de segurança.