Suspeito de matar mulher em milharal é encontrado morto e enforcado
A comunidade de Águas de Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, ainda está se recuperando do choque causado pelo brutal assassinato de Marta Rotheman, de 29 anos, cujo corpo foi deixado em um milharal na Linha Gramados. Em um desenvolvimento recente e sombrio do caso, o principal suspeito do crime foi encontrado morto em Palmitos, cidade a aproximadamente 21 km de distância do local do assassinato, nove dias após o ocorrido.
Por Equipe Jornal Razão·20 mar 2024·4 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
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A comunidade de Águas de Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, ainda está se recuperando do choque causado pelo brutal assassinato de Marta Rotheman, de 29 anos, cujo corpo foi deixado em um milharal na Linha Gramados. Em um desenvolvimento recente e sombrio do caso, o principal suspeito do crime foi encontrado morto em Palmitos, cidade a aproximadamente 21 km de distância do local do assassinato, nove dias após o ocorrido.
Autoridades locais informaram que o corpo do homem foi descoberto em uma cena que sugere suicídio, encontrado enforcado e já em avançado estado de decomposição.
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Investigações apontaram que Marta vivia um relacionamento marcado por abusos e desconfianças infundadas de infidelidade por parte de seu ex-companheiro, um relacionamento tumultuado intensificado pelo consumo de álcool e drogas por ele.
Segundo relatos, as acusações infundadas e o comportamento obsessivo do ex-companheiro não cessaram mesmo após o término da relação, desencadeando uma série de eventos que culminaram no ato violento.
A Polícia Militar, acionada para o local próximo à meia-noite, iniciou as investigações em torno das circunstâncias misteriosas que cercam o falecimento de Marta.
As autoridades focam suas suspeitas no ex-companheiro da vítima, um homem de 32 anos.
O delegado Uiliam Soares, responsável pelo caso, indicou que a hipótese principal da investigação é a de feminicídio, dado o histórico de violência e desavenças prévias entre o suspeito e Marta. O homem já possuía registros policiais relacionados à violência contra mulheres e desrespeito a medidas judiciais.