Lula chora, promete “tirar o pobre da fila do osso” e que “pesadelo chegou ao fim”
“O Brasil tem jeito. E volto a dizer com toda convicção, mesmo diante do quadro de destruição revelado pelo Gabinete de Transição: o Brasil tem jeito”, disse
Por Equipe Jornal Razão·1 jan 2023·3 min de leitura·Atualizado há 2 anos
Foto: Reprodução
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No seu discurso no parlatório após subir a rampa junto a representantes da sociedade civil, Lula interrompeu o discurso para limpar lágrimas do rosto.
“Fila na porta dos açougues, em busca de ossos para aliviar a fome. E, ao mesmo tempo, filas de espera para a compra de jatinhos particulares. Tamanho abismo social é um obstáculo à construção de uma sociedade justa e democrática, e de uma economia próspera e moderna”, disse Lula.
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Lula voltou a chamar o governo Bolsonaro como tendo sido “o maior projeto de destruição nacional da história” e atacou os ricos:
“Assumimos o compromisso de combater dia e noite todas as formas de desigualdade. De renda, de gênero e de raça. Desigualdade entre quem joga comida fora e quem só se alimenta de sobras. É inadmissível que os 5% mais ricos detenham a mesma fatia de renda que os demais 95%”, afirmou.
Lula também disse que, em seus governos, “nunca houve nem haverá gastança alguma” e que sempre “investimos, e voltaremos a investir, em nosso bem mais precioso: o povo brasileiro”.
Dando continuidade, Lula voltou a se referir ao governo Bolsonaro como sendo “desgoverno” e categorizou como um “projeto de genocídio”:
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“O que o povo brasileiro sofreu nestes últimos anos foi a lenta e progressiva construção de um genocídio. Vivemos um dos piores períodos da nossa história. Uma era de sombras, de incertezas e de muito sofrimento. Mas esse pesadelo chegou ao fim”.
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