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Jovem da Bahia é preso suspeito de assaltos em Florianópolis

Cauã de Jesus Bomfim, de 22 anos, natural de Lauro de Freitas (BA), foi preso pelo Tático do 22º BPM na Servidão Pétalas Dumont, no Chico Mendes, em Florianópolis. Ele é investigado por assaltos na Capital e já tinha três antecedentes por tráfico em Santa Catarina.

Jovem da Bahia é preso suspeito de assaltos em Florianópolis
Foto: Reprodução
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Um jovem de 22 anos foi preso pela equipe Tático do 22º Batalhão de Polícia Militar na Servidão Pétalas Dumont, no bairro Chico Mendes, em Florianópolis, durante o cumprimento de um mandado de prisão. A abordagem aconteceu por volta das 8h20 e fechou uma ação planejada que tinha o rapaz como alvo principal.

Cauã de Jesus Bomfim é natural de Lauro de Freitas, na Bahia, e é investigado por assaltos na Capital catarinense. Ele era o alvo de uma operação integrada entre o 22º BPM e a Delegacia de Repressão a Roubos (DRR), da Polícia Civil, que já vinha acompanhando a movimentação do suspeito antes da prisão.

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O jovem já acumula três antecedentes por tráfico de drogas em Santa Catarina. Ou seja, apesar da idade, ele já era conhecido dos registros policiais no estado antes de entrar na mira da investigação sobre os roubos na Capital.

ASSISTA AO VÍDEO

A ação foi resultado de trabalho conjunto entre a guarnição Tático e a Atividade de Inteligência do batalhão. O levantamento prévio apontou o endereço onde o jovem poderia ser encontrado, e a equipe se deslocou até a servidão para fazer a abordagem no início da manhã.

Cauã foi localizado e detido no próprio local monitorado. Na sequência, foi conduzido à DRR, onde a ocorrência foi formalizada e ele permaneceu à disposição da Justiça.

A delegacia que concentra as investigações de roubo na Capital

A DRR é a unidade especializada da Polícia Civil de Santa Catarina responsável por concentrar as investigações de roubo na Grande Florianópolis. É a delegacia que reúne os registros dispersos de assaltos, cruza padrões de atuação, imagens de câmeras e reconhecimentos de vítimas até chegar à identificação de suspeitos. Quando a apuração fecha o cerco, o caminho é o pedido de prisão à Justiça e, depois, o cumprimento do mandado pelas equipes de rua.

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Esse é o desenho da operação que resultou na prisão. A Polícia Militar entra com a capacidade de patrulhamento e abordagem, enquanto a Polícia Civil sustenta o inquérito. O mandado já existia quando a guarnição chegou ao Chico Mendes, ou seja, a ordem judicial havia sido expedida antes, e a função da equipe no local era localizar e cumprir a determinação.

O Chico Mendes fica no Continente de Florianópolis, na região do Monte Cristo, uma das áreas mais densamente povoadas da cidade e recorrente em operações policiais da Capital. A ocupação em servidões estreitas, com acesso limitado para veículos, é um dos fatores que fazem a Polícia Militar planejar esse tipo de abordagem com apoio de inteligência, em vez de deslocar viaturas sem informação prévia sobre o endereço.

O que acontece agora

Com a prisão cumprida, o caso passa a depender do andamento judicial. Cabe à Justiça decidir sobre a manutenção da custódia e o prosseguimento do processo. Até que haja sentença, o jovem responde na condição de investigado, com presunção de inocência assegurada.

A apuração sobre os assaltos atribuídos a ele segue na DRR, e novos indiciamentos podem surgir conforme o cruzamento das investigações em curso na Capital.

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