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Deputado de SC quer mandar “emaranhado” de fios para o subsolo, a começar por Florianópolis

Mário Motta diz que pretende usar Florianópolis como cidade piloto para estudar redes subterrâneas de energia e telecomunicações e, depois, levar o modelo a outros municípios

Deputado de SC quer mandar “emaranhado” de fios para o subsolo, a começar por Florianópolis
Foto: Reprodução
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O deputado estadual Mário Motta anunciou que pretende lançar, em um eventual segundo mandato, o projeto “Santa Catarina Sem Fios”, com o objetivo de reduzir gradualmente a presença de cabos e fiação aérea nas cidades catarinenses.

A proposta prevê começar por Florianópolis, que funcionaria como cidade piloto. A ideia é estudar a retirada de fios em pontos estratégicos e a implantação de redes subterrâneas de energia elétrica e telecomunicações.

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Segundo Mário, a intenção é utilizar inicialmente recursos do mandato para financiar estudos e aplicações do projeto, além de buscar parceria com a iniciativa privada. Caso o modelo seja considerado viável, a proposta poderia ser replicada em outros municípios de Santa Catarina.

“Menos postes, menos fios e, além de beleza, um caminho pavimentado para arborização das nossas cidades. Santa Catarina tem que ser sempre vanguarda”, afirmou o deputado.

Mário também relaciona a retirada da fiação aérea à ampliação da arborização urbana. Segundo ele, o projeto busca melhorar não apenas a estética das cidades, mas também a qualidade de vida da população.

Entre as referências citadas pelo parlamentar estão Curitiba, que possui iniciativas voltadas ao enterramento de cabos, e Balneário Camboriú, onde a reurbanização da Praia Central incluiu preparação de infraestrutura para receber fiação subterrânea.

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De acordo com Mário, Florianópolis foi escolhida para iniciar os estudos por concentrar grande volume de fios expostos. A proposta segue uma estratégia utilizada em outros projetos defendidos pelo mandato: testar uma iniciativa em uma cidade piloto antes de uma eventual expansão para outras regiões do Estado.

O projeto ainda depende de estudos técnicos, definição de custos, metodologia, parcerias e análise de viabilidade para sair do papel.

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