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Eleição no CRECI-SC provoca polêmica em relação a valorização das mulheres

No dia 4 de junho, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Santa Catarina (CRECI-SC) realizará uma eleição crucial para definir o novo comando da entidade.

Eleição no CRECI-SC provoca polêmica em relação a valorização das mulheres
Foto: Reprodução
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No dia 4 de junho, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Santa Catarina (CRECI-SC) realizará uma eleição crucial para definir o novo comando da entidade. Contudo, o processo eleitoral já está envolto em polêmicas e controvérsias, especialmente em relação ao papel das mulheres na gestão do Conselho.

Rúbia Welter, de Joinville, é uma figura importante na história recente do CRECI-SC. Ela foi a primeira mulher a assumir a presidência no final de 2023, quando a instituição completou 50 anos. Durante sua gestão, Rúbia liderou a entidade e implementou iniciativas significativas, como a elaboração de uma cartilha de prevenção e combate ao assédio, esteve à frente da organização de eventos voltados para as corretoras de imóveis, comissão da mulher corretora de imóveis e da fiscalização contra o exercício ilegal da profissão.

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Entretanto, a chapa 2 do CRECI-SC, que está concorrendo nas eleições de 2024, tem feito declarações controversas, gerando dúvida sobre quem foi de fato a primeira mulher a ocupar a presidência da instituição. Essa narrativa ignora completamente a contribuição e a liderança da corretora de imóveis Rúbia Welter, causando indignação entre as dezenas de corretoras de imóveis que contribuem voluntariamente com o Conselho na atualidade.

A situação levanta questões sobre o respeito e o reconhecimento das conquistas das mulheres no CRECI-SC. É preocupante ver uma tentativa de reescrever a história em detrimento da liderança de uma corretora de imóveis que trouxe avanços significativos para a instituição.

Por outro lado, há críticas direcionadas à candidata Sandra Pires, da chapa 2, que foi diretora da mulher no CRECI-SC por três anos, em uma gestão passada. Muitos questionam por que ela não inseriu esse cargo em seu currículo no material da chapa ou apresentou um balanço de suas atividades e realizações durante esse período.

A falta de transparência parece sugerir que há pouco a mostrar em termos de conquistas ou melhorias efetivas para as corretoras de imóveis. Também chama a atenção o fato da Chapa 2, de Sandra Pires, ter menos mulheres que a Chapa 1, de Rubia Welter, Marcelo Brognoli e Cleidi Benetti.

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