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Ao lado de Carol de Toni, Rogério Marinho desafia Alcolumbre e avisa o STF: “Não seremos omissos”

Senador do PL foi lançado pela oposição nesta quarta-feira (4) contra a reeleição de Alcolumbre e diz que não será omisso se ministro do STF cometer crime de responsabilidade

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Ao lado de Carol de Toni, Rogério Marinho desafia Alcolumbre e avisa o STF: “Não seremos omissos”
Foto: Reprodução
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O senador Rogério Marinho (PL-RN) foi lançado nesta quarta-feira (4), em Brasília, como candidato da oposição à presidência do Senado. Ele vai disputar o cargo com o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), que tenta a reeleição.

A deputada federal Caroline de Toni (PL), eleita senadora por Santa Catarina em outubro, acompanhou a coletiva ao lado de Marinho. O lançamento ocorreu depois de uma reunião do PL com senadores de outros partidos da oposição.

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“Nós fomos escolhidos entre os nossos companheiros pra representarmos a oposição nessa empreitada”, disse Marinho. Segundo ele, o Novo veio “na sua integralidade” e senadores do PP e do Republicanos também apoiam a candidatura.

“Ninguém está acima da lei”

Questionado sobre o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Marinho disse que não fará campanha com esse tema, e sim com o “respeito à Constituição brasileira”. Mas avisou: “Eu lhes afirmo, nós não seremos omissos, porque ninguém está acima da lei”.

Rogério Marinho e Caroline de Toni na coletiva desta quarta-feira (4), em Brasília

“Se algum ministro do Supremo Tribunal Federal cometer crime de responsabilidade, nós não seremos, ao contrário do que acontece hoje, omissos”, afirmou o senador.

Marinho também foi perguntado sobre a atuação de ministros do STF junto a senadores na eleição de 2023, quando perdeu a disputa para Rodrigo Pacheco. Ele chamou esse tipo de interferência de “indesejada, antidemocrática e antirrepublicana”. “A Justiça no Brasil, de acordo com a Constituição, tem que ser inerte. Não pode ser um ator político”, disse.

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Anistia e Senado “carimbador”

Sobre a anistia, Marinho afirmou que a pauta “foi impedida, de fora pra dentro, de tramitar dentro do Congresso”. “Se você tem um Parlamento que tá amedrontado, amordaçado, impedido de funcionar porque tá sendo extorquido, chantageado e pressionado de uma forma espúria, eu lhes garanto que isso não é democracia”, declarou.

O senador disse considerar a anistia correta e que, se for eleito, o projeto vai tramitar como qualquer outro. “O que a maioria decidir é o que vai acontecer. Não vai haver imposição nem coação”, afirmou.

Para Marinho, o Senado sempre foi “a casa da moderação” e hoje “é uma carimbadora de projetos”, uma espécie de continuação do Poder Executivo. Ele também defendeu o voto aberto na eleição da Mesa: “Qualquer cidadão brasileiro gostaria de saber como está votando o seu representante, até pra que não haja estelionato eleitoral”.

Tereza Cristina fora do lançamento

A senadora Tereza Cristina (PP-MS), que também quer disputar a presidência do Senado, não foi ao lançamento. Marinho disse que os dois estão do mesmo lado e vão convergir “no momento oportuno”. “Juntos faremos o possível pra derrotarmos o atual presidente, o senador Davi Alcolumbre”, afirmou.

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A eleição para a presidência do Senado será em 1º de fevereiro de 2027, com voto secreto. Para vencer, o candidato precisa de 41 dos 81 votos. Alcolumbre, que tem o apoio público do presidente Lula, diz ter maioria para se reeleger.

Leia também: Zé Trovão se revolta após suposto acordo do PL para reeleger Motta e Alcolumbre e dispara: “Frouxo”

© Jornal Razão. Reprodução permitida com crédito e link para a matéria original: jornalrazao.com/politica/rogerio-marinho-desafia-alcolumbre-stf-nao-seremos-omissos

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