Lei contra bebês reborn provoca confusão entre vereadores em SC: “dote com a boneca nos corno”
Durante a sessão mais inusitada do ano na Câmara de Governador Celso Ramos (SC), o vereador Diego Correia resolveu usar o sarcasmo para criticar os colegas que votaram contra seu projeto de lei — o qual proíbe o atendimento a bonecos hiper-realistas, conhecidos como “bebês reborn”, nas unidades básicas de saúde do município. O parlamentar … Ler mais
Por Equipe Jornal Razão·9 jun 2025·3 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
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Durante a sessão mais inusitada do ano na Câmara de Governador Celso Ramos (SC), o vereador Diego Correia resolveu usar o sarcasmo para criticar os colegas que votaram contra seu projeto de lei — o qual proíbe o atendimento a bonecos hiper-realistas, conhecidos como “bebês reborn”, nas unidades básicas de saúde do município.
O parlamentar subiu à tribuna após a votação e fez um discurso ácido. Em tom irônico, afirmou: “Nada mais, nada menos, queria deixar uma lembrancinha para vocês.” Em seguida, distribuiu pequenas bonecas aos vereadores que votaram contra sua proposta. A cena arrancou risos desconfortáveis e deixou o clima tenso no plenário.
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Projeto queria barrar uso da rede pública para simulações
A proposta apresentada por Diego Correia determina que nenhum equipamento público de saúde, como postos ou UBSs, possa realizar qualquer tipo de simulação, triagem, consulta ou aplicação de medicamentos em bonecos inanimados.
Segundo ele, esse tipo de prática, embora rara, representa um uso indevido da estrutura da saúde pública e deve ser coibido. O projeto também previa multa para as unidades que descumprissem a regra.
Apesar da encenação, o projeto foi derrubado por maioria. Ainda assim, o episódio viralizou em grupos de WhatsApp e redes sociais locais.
O que dizia a proposta
De acordo com o texto apresentado, seriam proibidos:
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Simulações com bonecos “bebê reborn” nas UBSs e postos de saúde;
Uso de ambulâncias ou aplicação de medicamentos nesses objetos;
Qualquer tipo de acolhimento que configure atendimento médico ou psicológico a itens inanimados.
Além disso, profissionais que descumprissem a regra poderiam ser alvo de sanções administrativas.
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