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Eleições 2026

Político mais rico de SC, Lunelli disputa vaga ao Senado e promete enfrentar “ditadura da toga”

Candidato ao Senado pelo MDB, o empresário e ex-prefeito de Jaraguá do Sul falou ao Jornal Razão sobre os sete Bolsonaros na disputa, a vinda de Carlos Bolsonaro para SC, o impeachment de ministros do STF e o patrimônio declarado de R$ 613 milhões.

Político mais rico de SC, Lunelli disputa vaga ao Senado e promete enfrentar “ditadura da toga”
Foto: Reprodução
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Empresário e ex-prefeito de Jaraguá do Sul, ANTÍDIO LUNELLI (MDB, nº 155) esteve nos estúdios do Jornal Razão para falar da campanha ao Senado e usou a entrevista para tomar distância do grupo que ajudou a construir em Santa Catarina. Autodeclarado “primeiro bolsonarista” do estado, ele disse que há sete integrantes da família Bolsonaro na disputa e que a política “virou cabide de emprego”, condenou a tentativa de trazer Carlos Bolsonaro para concorrer em SC e afirmou que a candidatura foi “empurrada goela abaixo” no governador JORGINHO MELLO (PL, nº 22).

Na mesma conversa, declarou que votaria pelo impeachment de qualquer ministro do Supremo — “não tenho rabo preso” — e foi questionado pelo JR sobre ser o candidato de maior patrimônio declarado do estado, R$ 613 milhões.

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“Primeiro bolsonarista de SC” agora cobra freio na família Bolsonaro

Perguntado pelo Jornal Razão sobre o cenário nacional, o candidato começou reafirmando a proximidade com JAIR BOLSONARO (PL, nº 2222), hoje candidato a deputado federal. Contou que procurou o então deputado federal pelo Progressistas do Rio de Janeiro em março de 2016, foi recebido no gabinete e conversou por cerca de duas horas e meia. Segundo ele, foi dali que saiu a decisão de entrar na política: “Ele disse: Antídio, se os homens de bem e mulheres de bem não se envolverem, nós nunca vamos virar essa chave”. Afirmou ainda que estampou a foto do ex-presidente com a bandeira do Brasil em todos os caminhões e veículos da empresa e rodou assim por mais de trinta dias, até ser alertado sobre propaganda extemporânea e retirar tudo. “Eu acho que eu sou o primeiro bolsonarista de Santa Catarina”, disse, acrescentando ter a foto e a data guardadas.

Capa do vídeo do YouTube

O tom mudou quando o assunto passou a ser a eleição deste ano. Na contabilidade que apresentou, entre irmãos, ex-esposa e demais parentes há “sete Bolsonaro hoje ou da família Bolsonaro concorrendo às eleições”. A avaliação veio em seguida: “Para, gente, que que é isso? Então agora virou emprego, cabide de emprego, não é assim.” Ele citou o filho do ex-presidente que é vereador em Balneário Camboriú e agora disputa uma vaga de deputado federal — “tudo bem, é livre, pode vir”, ponderou — e um senador do grupo já radicado no estado.

A objeção mais dura foi contra a vinda de Carlos Bolsonaro para disputar em Santa Catarina. “Mas que fique lá no Rio de Janeiro”, afirmou, sustentando que no Rio “até sobrou vaga pra ele”. Na versão do candidato, a articulação foi imposta ao Palácio: segundo ele, “isso foi uma coisa que o nosso presidente empurrou goela abaixo no nosso governador Jorginho Mello”, de quem disse ser amigo particular e por quem afirmou ter “o maior respeito, carinho e admiração”. A crítica é à decisão, e não ao governador, ressalvou. Antes, já havia dito que “não vamos admitir, de jeito nenhum, trazer político de fora, principalmente do Rio de Janeiro, para nos representar”.

Ele se definiu como homem de centro-direita e disse ter recusado convites do PL, do Progressistas e de outras legendas para permanecer no MDB, partido que descreveu como o mais antigo e com o mesmo número há mais de sessenta anos — com “muita coisa positiva” e também “não tão positiva”, admitiu, ao ser lembrado pelo entrevistador da palavra “deslize”. Sobre os extremos, usou a imagem que repetiu na conversa: “Quando nós temos uma enchente, ela vai prejudicar tanto a margem direita quanto a margem esquerda.” Declarou que, no primeiro turno, a tendência é votar em Caiado, nome defendido pela coligação, e que, no segundo, votaria em Bolsonaro “se for necessário”.

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“Ditadura da toga”: voto pelo impeachment e mandato para ministro do STF

O Jornal Razão levou ao candidato o caso Volpari, cuja investigação da Polícia Federal teve o sigilo retirado pelo ministro André Mendonça, e perguntou se ele teria coragem de votar o impeachment de um ministro do Supremo. A resposta foi imediata: “Mas é comigo mesmo, é na hora. Não tenho medo nenhum, absolutamente, não tenho rabo preso com nenhum ministro, com ninguém.” Afirmou que votaria pelo afastamento de qualquer integrante da Corte “se necessário for”.

Junto com isso, apresentou uma proposta de reorganização do tribunal. Para ele, não é possível manter ministros nomeados com pouco mais de quarenta anos até os setenta e cinco. Defende mandato fixo — “igual de um senador, de oito anos, ou no máximo dez” — com entrada aos sessenta e cinco e saída aos setenta e cinco. Defende também vedação a participação em sociedades e escritórios de advocacia de filhos, irmãos ou cônjuges, porque “existe conflito de interesses aí dentro”. Segundo ele, é o que explica os escândalos: “Isto é uma vergonha”.

O diagnóstico geral que fez do país partiu da relação entre os poderes. Disse que Judiciário, Legislativo e Executivo precisam ter autonomia e que “hoje nós estamos vivendo uma ditadura da toga” — avaliação dele, não um fato apurado. Defendeu penas mais duras e o fim das saidinhas, resumindo com a frase que usou na entrevista: “A professora está na cadeia, o bandido está fora.” Também criticou documentos classificados por cem anos: segundo o candidato, “isso jamais pode existir num país democrático”. Para viabilizar a agenda, disse que o objetivo do grupo é fazer maioria no Senado e eleger ESPERIDIÃO AMIN (PP, nº 111) presidente da Casa.

Da roça ao gabinete: déficit de R$ 62 milhões e 31 dias de greve

Aos 63 anos, o candidato reconstruiu a trajetória a pedido do entrevistador: filho de agricultor, criado na Escola Isolada Desdobrada da Barra do Ribeirão Grande do Norte — onde primeiro e segundo ano dividiam a mesma sala, com os professores Lino Floriani e Maria Aurélia Alchini Lenzi —, foi assalariado no comércio enquanto cursava faculdade em Joinville, com o pai pagando o ônibus desde Jaraguá do Sul e o tio, a pensão. Fez o técnico em Administração no Colégio São Luís com bolsa de estudos concedida pelo então prefeito Victor Bauer, da Arena. A empresa que fundou completa 45 anos em 1º de outubro e hoje tem mais de 5.200 colaboradores. “Um mais um são dois, não é dois vírgula um, nem um vírgula nove”, disse, sobre a caderneta de anotações da família que afirma guardar até hoje.

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Na prefeitura de Jaraguá do Sul, contou que encontrou um déficit de R$ 62 milhões em 2017: “Meu Deus do céu, estou sentado em cima de um barril de pólvora com um estopim aceso na mão.” Enviou um pacote de medidas à Câmara e aprovou, segundo ele, 85% do que pedia — o que chama de divisor de águas. A reação veio dos servidores: foram 31 dias de greve, desfeita, na versão dele, “totalmente dentro da lei”. Um ano depois, afirma, os próprios servidores entenderam a necessidade, e a gestão chegou a 95% de aprovação popular. Diz ter sido o único prefeito reeleito no município com mais de 70% dos votos e sustenta que, no primeiro mandato, pavimentou mais do que Joinville e Florianópolis juntas.

Sobre método de gestão, afirmou que publicava uma revista semestral de prestação de contas, com gráficos e cores, para que “desde um frentista de posto até um juiz” entendesse as contas — “dinheiro público não existe, existe o dinheiro do povo”. Disse que nunca lançou uma única despesa no gabinete do prefeito: nem combustível, nem passagem aérea, nem hospedagem, e que pagava do próprio bolso o café, o chimarrão e as balas oferecidas às crianças. Centralizou o setor de compras, implantou controle de ponto e código de barras e afirma ter devolvido cargas fora da especificação, do papel higiênico com metragem e gramatura menores à carne da merenda escolar. “Nós chegamos a mandar de volta carne da merenda escolar dos nossos alunos”, disse, atribuindo o problema a uma cultura de que “isso aqui não tem dono”.

O entrevistador acrescentou um testemunho próprio à conversa: advogado ambiental com mais de 32 mil lotes aprovados no portfólio, disse que passa por “muita proposta ilícita” na atividade e que nunca viu nada suspeito nos processos que tramitaram em Jaraguá do Sul, onde, segundo ele, é uma comissão — e não o loteador — que define onde ficam as áreas públicas destinadas a escola ou unidade de saúde.

Convenção perdida, 74,5 mil votos e a chapa do MDB

A caminhada até o Senado passou por uma derrota interna. Pré-candidato ao governo do estado, ele precisava de 75% na convenção e ficou, pelo seu relato, entre 42% e 43% — momento em que diz ter conhecido os bastidores da política, “porque atrás daquelas cortinas sempre tem muita coisa”. A avaliação é dura: “O meu próprio partido me puxou o tapete e eu acabei dando com o nariz no chão.” Sem poder disputar o governo, aceitou o pedido do presidente do partido, Carlinhos Chiodini, e concorreu à Assembleia Legislativa: fez 74.500 votos, foi o mais votado da legenda e, segundo ele, ficou em terceiro lugar no estado, atrás de ANA CAMPAGNOLO (PL, nº 22222) — “que faz uma política diferente da nossa” — e de Luciane Carminati.

Agora, forma dupla no Senado com ESPERIDIÃO AMIN (PP, nº 111), a quem atribui mais de 51 anos de mandatos e “nada que o desabone”, na chapa que tem JOÃO RODRIGUES (PSD, nº 55) e Carlinhos Chiodini ao governo. “Tanto ele quanto eu, nós não precisamos de GPS pra andar em Santa Catarina”, afirmou. O 155, lembrou, foi o número do ex-governador Luiz Henrique da Silveira. Ao fim da entrevista, creditou à decisão de João Rodrigues — que deixou o mandato de prefeito de Chapecó para disputar o governo, segundo ele com 90% de aprovação e após quatro passagens pelo cargo, além de ter sido prefeito em Pinhalzinho — o que chamou de vitória da democracia catarinense: “Se ele não entrega o governo e vem concorrer, que tipo de eleição é que nós teríamos?”

Patrimônio de R$ 613 milhões: a pergunta que o JR fez

O Jornal Razão apresentou ao entrevistado o dado que circula na campanha e divide opiniões: ele é o candidato com maior patrimônio declarado do estado, R$ 613 milhões, e ocupa a 15ª posição no ranking nacional de uso de recursos próprios em campanha. Questionado sobre como concilia isso com a origem humilde que a campanha explora — inclusive com a imagem da enxada levada a Brasília —, respondeu sem rodeios: “E se for necessário, eu levo a picareta, eu levo a serra motora, eu levo o que for necessário.”

Sobre a empresa, afirmou que segue o que chama de “padrão WEG”: 75% do lucro reinvestido na companhia, 12% distribuídos aos colaboradores — além de médico, dentista, assistência social, farmácia, transporte e plano de aposentadoria — e o restante repartido entre os acionistas. Disse ainda que, no dia seguinte à decisão de se candidatar, teve o salário cortado: “Daquele dia em diante, nunca mais recebi um centavo da empresa, a não ser dividendos quando tem.” Era diretor-presidente e depois presidente do Conselho. “Não preciso de política”, afirmou mais de uma vez, atribuindo a candidatura a “patriotismo e amor”.

Pacto federativo, BRs colapsadas e a conta da reforma tributária

A bandeira que apresentou como principal é o pacto federativo. Segundo o candidato, Santa Catarina recebe menos da metade do que recebem Rio Grande do Sul e Paraná, apesar de ser um estado fortemente exportador — carne suína e de frango representariam 32% do PIB catarinense, na conta que apresentou, somadas indústria e tecnologia. “Santa Catarina é o melhor estado da União, indiscutivelmente. Mas nós temos muito por fazer”, disse, emendando que “não é isso tudo também que é vendido, que se apresenta aí”.

A infraestrutura entrou na conversa a partir da própria viagem daquele dia: saiu de Jaraguá do Sul de manhã cedo e chegou a Florianópolis ao meio-dia, quatro horas e meia num trajeto que, segundo ele, deveria levar no máximo duas — e já chegou a consumir seis. “A BR-101, a BR-280, a 282. Está tudo colapsado, gente. Não sei como é que deixaram chegar nesse ponto”, afirmou, cobrando a participação do governo federal nas rodovias que cortam o estado.

Sobre a reforma tributária, o alerta foi o de centralização. Na avaliação dele, o modelo em curso concentra mais dinheiro em Brasília e cobra o imposto antes mesmo de o contribuinte receber, o que “vai danificar tremendamente o capital de giro dos nossos comerciantes, dos nossos industriais”. Municipalista declarado — “as coisas acontecem no município” —, defende um imposto único de 10% cobrado apenas na ponta, repartido em 5% para o município, 3% para o estado e 2% para a União. Também citou a dívida federal, que estimou em R$ 10 trilhões, com mais de R$ 1 trilhão por ano em juros: “Como é que fica se você gastar mais do que você ganha? Como é que vai ficar a sua casa?”. Em Brasília, propõe usar tecnologia da informação para dar agilidade e, com isso, reduzir o número de servidores.

Bets, concorrência chinesa e a escala 6×1

As apostas online foram tratadas como emergência. Segundo o candidato, R$ 62 bilhões foram retirados dos brasileiros só no ano passado, e o vício já está “dentro das nossas casas, dentro dos nossos colaboradores”. “As pessoas estão deixando de fazer supermercado, de fazer farmácia por causa desse vício”, afirmou. Fez a ressalva de que não é contra o jogo — “nós podemos ter cassinos, como tem em outros países” —, desde que regulamentado e tributado na faixa de 40% a 50%, com o dinheiro ficando para o estado ou para a União.

Outra frente é a concorrência asiática. Ele disse que produtos chineses chegam ao Brasil cerca de 40% mais baratos porque a jornada lá é de dezesseis horas contra oito aqui e porque não existe a legislação trabalhista brasileira. Citou as plataformas de venda direta ao consumidor e alertou: “Os nossos comerciantes estão fechando todas as lojas, gente”. Projetou ainda uma inversão no agronegócio — os chineses, hoje grandes compradores de soja, milho e carne, poderiam passar a exportar carne para o Brasil. “Se continuar assim, nós vamos acabar com a indústria brasileira”, afirmou.

Sobre a escala 6×1, o Jornal Razão registrou que outros candidatos entrevistados divergem — parte defende o fim, parte defende que empregado e empregador negociem a jornada. O candidato ficou com a segunda posição: com mais de duas mil profissões regulamentadas no país, disse, não dá para cortar a jornada por decreto. Deu o exemplo do enfermeiro que cumpre seis horas num hospital e corre para outras seis em outro, “então, na verdade, ele está trabalhando doze horas”. O problema, na leitura dele, é o que fica no caminho: um funcionário registrado com R$ 5 mil custaria R$ 10.200 à empresa e levaria para casa R$ 3.800 a R$ 3.850. “Isso está errado, tem coisa errada no meio disso tudo”, disse, defendendo “um salário digno, não um salário mínimo”, e citando os Estados Unidos como modelo de remuneração por hora trabalhada.

Perguntado sobre como o Estado pode fomentar o empreendedorismo em vez de perpetuar o que o entrevistador chamou de clientelismo, respondeu que tudo começa na formação e na oportunidade. Citou Jaraguá do Sul como modelo em startups — “jovens que começam com nada, desenvolvem um produto, arrumam um investidor” — e disse ter na própria empresa gente que entrou na expedição e hoje é diretora. Também cobrou isonomia: “Temos que fazer justiça tratando todos iguais”, já que empresas grandes obtêm benefícios que distorcem a concorrência. Ao falar de formação, evocou a época do governo militar, o hino nacional e a disciplina escolar de sua infância — “nós éramos extremamente pobres, mas não deu nenhum malandro” —, avaliando que o país perdeu valores e que “o professor perdeu totalmente a autoridade”.

Apelo final: “A abstenção não leva a nada”

Na última pergunta, o Jornal Razão pediu uma mensagem ao eleitor catarinense diante das pesquisas que apontam alta abstenção, dentro da campanha “Vote com Razão”. O candidato lembrou o avô, que morreu aos 96 anos e votou até os 95: “Não deixe de votar. A abstenção não leva a nada. É a nossa oportunidade que nós temos de melhorar o nosso país.”

Fechou apresentando-se como alguém que já ocupou todos os lugares da mesa — agricultor, colono, funcionário, empresário, industrial, comerciante e gestor público — e dizendo em quem pensa quando ouve falar em escândalo: “É a nossa costureira, é o nosso caldeirista, é o nosso motorista, é o nosso agricultor que tá lá enterrado no banhado”, além de quem espera na fila por cirurgia de média e alta complexidade. Sobre o país, resumiu com uma expressão em alemão que traduziu na sequência: “Nós estamos indo ladeira abaixo. Por isso que eu quero mudança.”

As melhores frases

“Eu acho que eu sou o primeiro bolsonarista de Santa Catarina.”

“Tem sete Bolsonaro concorrendo às eleições. Para, gente, agora virou cabide de emprego.”

“Que fique lá no Rio de Janeiro. Nós não precisamos importar ninguém.”

“Isso foi uma coisa que o nosso presidente empurrou goela abaixo no nosso governador Jorginho Mello.”

“Votar impeachment de um ministro? É na hora. Não tenho rabo preso com ninguém.”

“Hoje nós estamos vivendo uma ditadura da toga.”

“A professora está na cadeia, o bandido está fora.”

“Cheguei lá e disse: estou sentado em cima de um barril de pólvora com um estopim aceso na mão.”

“Dinheiro público não existe. Existe o dinheiro do povo.”

“Nós chegamos a mandar de volta carne da merenda escolar dos nossos alunos.”

“O meu próprio partido me puxou o tapete e eu acabei dando com o nariz no chão.”

“Se for necessário, eu levo a picareta, eu levo o que for necessário pra Brasília.”

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